Confira 3 celulares mais baratos e com câmeras melhores que a do iPhone 7



3 celulares mais baratos e com câmeras melhores que a do iPhone 7

Revelado o preço do iPhone 7 aqui no Brasil, a partir de R$ 3.500, surgem os primeiros comparativos do telefone em relação aos seus principais concorrentes do mercado de acordo com as especificações técnicas e levando em conta o quanto eles vão pesar no bolso do consumidor. No quesito câmera, há opções mais com preços mais atrativos.
Para afirmar isso, a reportagem utilizou-se do ranking do site DxOMark, bastante reconhecido na avaliação das câmeras dos gadgets. Na liderança isolada da lista está o Google Pixel, com 89 pontos, bem à frente do iPhone 7 que tem 86 pontos e ainda sai derrotado por outros seis aparelhos.
Galaxy S7 - 88 pontos – R$ 3.500
As câmeras do S7 e do S7 Edge são idênticas. Elas são formadas por dispositivos Dual Pixel de 12.0 MP, abertura de f/1.7, foco automático e gravação de vídeo UHD (3840 x 2160). Ele custa a partir de R$ 3.500, mas com a vantagem de que sua memória interna de 32 GB pode ser expandida com o uso de cartão microSD para até 200 GB, o que não acontece com o iPhone 7.
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As configurações internas são compostas ainda por processador Exynos 8, 4 GB de RAM, bateria de 3.000 mAh e tela de 5,1 polegadas com resolução em 2560 x 1440 pixels.
Xperia X - 88 pontos - R$ 3.300
O flagship da Sony foi anunciado pelo preço de R$ 3.800, o que assustou muita gente e fez com que a empresa reconsiderasse o valor que agora está em R$ 3.300. A versão listada pelo DxOMark é a Performance, mas ela não se diferencia da versão Dual, oferecida por aqui, no quesito câmera.
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As câmeras de 23 MP e 13 MP têm inicialização rápida e contam com autofoco híbrido, abertura de f/2.0 e sensor Exmor 2.3. A gravação de vídeo decepciona um pouco, já que é somente Full HD, mas com Steady Shot. Além disso há processador Snapdragon 650, 3 GB de RAM, tela Full HD de 5 polegadas, memória interna de 64 GB (expansível até 200 GB) e bateria de 2.620 mAh.
Galaxy S6 - 87 pontos - R$ 3.000
Assim como no S7, as câmeras dos smartphones da linha anterior são as mesmas em todos os modelos, até mesmo no S6 Edge+, listado no site. Assim, o telefone, que sai atualmente por R$ 3.000 aqui no Brasil, conta com câmeras CMOS de 16 MP e 5 MP, gravação de vídeo UHD (3840 x 2160 pixels), flash e foco automático.
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No quesito hardware, o modelo vem com processador octa-core (composto por dois quad-core com 1,5 GHz e 2,1 GHz), 3 GB de memória RAM, memória interna 3 GB e bateria de 2.550 mAh. A tela é de 5,1 polegadas com resolução Quad HD de 2560 x 1440.
Bônus - Google Pixel – 89 pontos
O celular da Google traz câmera traseira com 12,3 MP com f/2.0 e OIS, enquanto a frontal tem 8 MP. Além disso há tela Full HD de 5 polegadas, processador quad-core Snapdragon 821 de 2,15 GHz, 4 GB de memória RAM, bateria de 2.770 mAh e capacidade de armazenamento que varia entre 32 GB e 128 GB.
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O celular ainda não tem preço divulgado por aqui, mas no exterior ele custa o mesmo do que o telefone da Apple: US$ 650.
Melhores, mas mais caros
O ranking ainda listou o já quase extinto Xperia Z5, que chegou por aqui por incríveis R$ 4.300; Moto Z Force; que não é oferecido aqui no Brasil e não conta com nenhuma versão com câmera semelhante e o HTC 10, que não é comercializado no Brasil.

NA MINHA PELE




Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos de sua vida e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. AO rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. NÃo se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.

Os melhores smartphones de até 1.500 reais de 2018






Os melhores smarphones de até 1.500 reais de 2018

Dentro da enorme variedade de smartphones disponível hoje no mercado, a faixa de preço dos 1.500 reais é, provavelmente, a que traz os aparelhos com melhor custo-benefício. A categoria engloba os modelos considerados intermediários, que são celulares com boas configurações e preços bem menores do que os dos chamados “intermediários premium” (de 2.000 a 2.500 reais) e também, claro, dos tops de linha.

Separamos aqui alguns dos melhores modelos dessa faixa de preços vendidos hoje. O preço sugerido deles, por vezes, excede o limite, mas é possível encontrá-los facilmente por esse valor inclusive em grandes varejistas. Aliás, vale destacar que incluímos apenas modelos vendidos oficialmente no Brasil, com 3 GB ou mais de memória RAM e Android acima do 7.0. Confira.

Motorola Moto X4





A quarta geração da linha Moto X tem como destaque a câmera traseira dupla, um recurso raro nos modelos dessa faixa de preço. Uma das lentes tem sensor de 12 megapixels, enquanto a outra, grande angular (para capturar um campo de visão maior) tem 8 megapixels. Ele conta com chip Snapdragon 630 de oito núcleos, 3 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento e tela Full HD de 5,2 polegadas. Está com preço sugerido de 1.400 reais, mas pode ser encontrado por 1.100 reais.

Samsung Galaxy A5 (2017)




A linha Galaxy A da Samsung tem como destaque o bom acabamento dos aparelhos, mas também traz configurações bem razoáveis. No caso do A5 de 2017, o processador octa-core da própria Samsung tem 1,9 GHz de frequência, a tela de 5,2’’ Super AMOLED é Full HD e a memória RAM é de 3 GB. O aparelho também tem certificação IP68 (resistência a água e poeira), porta USB tipo C e suporte ao Samsung Pay. É encontrado nas lojas até por 1.350 reais.

Motorola Moto Z2 Play



Uma alternativa da Motorola é Moto Z2 Play, que tem suporte aos snaps – que adicionam ao aparelho suporte a TV digital, uma câmera melhor, impressora de fotos instantâneas e mais. Tem processador Snapdragon 626 de oito núcleos, mas acompanhado de 4 GB de RAM, 64 GB de capacidade de armazenamento e tela Full HD de 5,5’’. Tem preço sugerido de 1.800 reais na loja da Motorola, mas pode ser encontrado até por 1.350 reais.

Quantum Sky



Fora do mundo das marcas enormes, o Sky da Quantum tem configurações similares às dos Motorolas, como 4 GB de RAM, 64 GB de armazenamento e processador octa-core (no caso, um MediaTek de 2 GHz). Os destaques aqui ficam com a câmera frontal, de 16 megapixels (a traseira tem 13), e com a bateria, de 4.010 mAh. A tela de 5,5’’ tem resolução Full HD. Tem preço sugerido de 1.500 reais, mas pode ser encontrado por pouco menos de 1.400 reais.

Moto G6 Plus



A terceira opção da Motorola é o Moto G6 Plus, que foi lançado neste ano. O aparelho une a câmera dupla e o processador Snapdragon 630 do X4 com a memória RAM (4 GB) e a capacidade de armazenamento (64 GB) do Z2 Play. A tela de quase 6’’ é “infinita” e tem resolução de 2.160x1.080 pixels. O preço sugerido é de 1.700 reais, mas o aparelho é encontrado por 1.500 reais.

Zenfone 4 Selfie Pro



O nome aqui diz tudo: o forte do Zenfone 4 Selfie Pro é a câmera frontal, de 12 megapixels. Mas por dentro, o aparelho não decepciona. Ele vem com processador Snapdragon 625 de 2 GHz e oito núcleos e 4 GB de RAM e conta com uma versão de 64 GB de armazenamento. A tela tem 5,5’’ e resolução Full HD. A versão de configurações melhores do aparelho tem preço sugerido de 1.900 reais, mas é encontrada nas lojas por menos de 1.500 reais.

Samsung Galaxy J7 Pro



O J7 Pro tem praticamente as mesmas configurações do A5, mas com frequência um pouco mais baixa no processador (1,6 GHz). O corpo tem acabamento metálico, mas a tela de 5,5’’ também é Super AMOLED com resolução Full HD. Tem preço sugerido de 1.600 reais, mas pode ser encontrado nas lojas por pouco menos de 1.200 reais.

LG Q6 Plus



A opção da LG tem um processador mais modesto do que as anteriores: um Snapdragon 435 de oito núcleos com frequência máxima de 1,4 GHz. A memória RAM, no entanto, é alta (4 GB), assim como a capacidade de armazenamento (64 GB). A tela LCD de 5,5’’ é “infinita” como a do Moto G6 Plus e tem resolução um pouco acima da Full HD (2.160 x 1.080 pixels). O chip mais fraco pelo menos garante um preço menor: o modelo é encontrado por menos de 1.100 reais.

Confira aqui 6 aplicativos Top's para personalizar seu celular


Quando você compra um celular novo, o sistema operacional ainda tá nas configurações padrões e os aparelhos ficam meio sem personalidade… Mas olha só como você pode deixar o seu Android ou iPhone com a sua cara!

Se você tem um Android, o que não falta é opção pra fazer isso! O aplicativo Solo Launcher, por exemplo, tem várias opções de temas, papéis de parede e widgets inteligentes, que são atalhos pra algumas funções e apps. E ele também tem sistema de bloqueio com senha, central de notícias e ainda coloca os aplicativos que você mais usa na tela principal!

Já o Nova Launcher é muito fácil de usar e permite que você mude as cores do sistema, ícones, adicione transparência e barra de pesquisa. Além disso, dá pra incluir vários widgets pra ajudar nas tarefas do dia a dia. Bem legal, né?

Agora, se você curte ícones coloridos, efeitos tridimensionais e transições entre as telas, então precisa dar uma olhadinha no Zero Launcher. Ele é bem divertido de usar e tem várias opções para customizar o visual da interface. Por exemplo, dá pra criar pastas protegidas por senha, colocar papeis de parede com resolução HD e o legal é que ele também ajuda a manter a memória do celular limpa pro sistema ficar mais rápido!

O iPhone dá um pouquinho mais de trabalho pra personalizar, porque a Apple não deixa fazer alterações no sistema, mas tem alguns aplicativos bem legal que você pode usar!

Olha só, o Launcher com Widget, por exemplo, permite que você inclua vários atalhos na área de widget. O legal dele é que você consegue acessar os atalhos mesmo quando estiver usando um outro aplicativo, coisa que o iPhone não deixa fazer... outro app bem parecido é o AirLaunch. Com ele você também consegue alterar os atalhos widgets!

Já com o SwiftKey Keyboard, você consegue personalizar o teclado do celular. Ele deixa mudar a cor, alternar entre dois idiomas, usar mais de 800 emojis e muito mais! Muito legal, né?

Um aplicativo muito bom para personalização é o Workflow. Você pode selecionar mais de 200 atividades e atalhos, incluindo contatos, calendário, mapas, redes sociais, fotos e muito mais! Ele funciona como uma segunda tela principal do celular, onde você pode fazer tudo o que precisa e ainda dá pra criar atalhos na área de widgets.

Clique aqui para ver o vídeo completo no Olhar digital

Empresa quer proibir o Facebook de usar seu código no Oculus Rift


Empresa quer proibir o Facebook de usar seu código no Oculus Rift



A ZeniMax Media, empresa que acusou o Facebook de infringir direitos autorais com os visores de realidade virtual da Oculus, pediu à Justiça que proíba a companhia de usar o código em seus produtos.
Caso os juízes aceitem o pedido, o Oculus Rift pode sofrer com uma limitação no número de jogos disponíveis, já que Zuckerberg disponibilizou o código da plataforma para que os desenvolvedores trabalhassem em jogos.
Entenda o caso
A disputa começou em 2014, quando o Facebook comprou a Oculus. A empresa foi acusada de usar a propriedade intelectual da ZeniMax para desenvolver seu produto. A queixa era de que John Carmack teria deixado a id Software, empresa que ele fundou, para trabalhar na Óculos. Durante a transição, no entanto, ele teria levado a tecnologia da desenvolvedora de jogos, quebrando 
No início do mês, a Justiça definiu que a rede social pague uma indenização de US$ 500 milhões à ZeniMax por usar um código protegido por direitos autorais sem permissão e violar um acordo de não divulgação.
Via Reuters


iPhone 7 Plus pega fogo nos EUA; veja o vídeo


iPhone 7 Plus pega fogo nos EUA; veja o vídeo




A Apple decidiu investigar um caso de iPhone 7 Plus que pegou fogo nos Estados Unidos. O vídeo do aparelho chamuscado e soltando fumaça viralizou no Twitter, motivando a Apple a procurar a usuária Brianna Olivas, de 18 anos, para entender o que houve de errado com o aparelho para reagir dessa forma.
Pelos relatos da jovem, não há uma causa clara do que pode ter ocorrido. Ela afirmou ao Gizmodo que não usou carregadores falsificados, que costumam ser a causa número 1 de explosões de celulares. Olivas diz que um dia não foi capaz de ligar o celular e o levou na loja onde o havia adquirido para ver o que havia de errado; após alguns testes, os funcionários afirmaram que não havia problemas, e o iPhone voltou a funcionar.
A combustão aconteceu no dia seguinte. Ela diz que o celular estava recarregando próximo à sua cabeça enquanto dormia, quando seu namorado o pegou e o colocou em cima do criado mudo. Foi quando ele percebeu que o iPhone começou a soltar fumaça e fazer barulho. O rapaz então decidiu levar o iPhone para o banheiro e deixá-lo em cima da pia, que é o momento registrado no vídeo.
A garota confirmou que foi contatada pela Apple e afirma ter recebido um outro aparelho no lugar do smartphone queimado. Os representantes dizem estar conduzidos testes para saber o que aconteceu e devem ter uma resposta dentro de uma semana.
Casos de celulares pegando fogo nos remetem imediatamente a toda o imbróglio envolvendo o Galaxy Note 7 e as baterias defeituosas. No entanto, o caso parece ser isolado, e não há indícios de que outras pessoas estejam passando por situações similares.

Novo Status do WhatsApp revolta e confunde usuários brasileiros


Novo Status do WhatsApp revolta e confunde usuários brasileiros



O status do WhatsApp foi lançado no Brasil há cerca de 24 horas, e a reação inicial do público brasileiro não poderia ser pior. São raríssimos os comentários que fazem elogios ao novo recurso, diretamente inspirado no competidor Snapchat e no Instagram Stories.
As mudanças não foram muito bem recebidas inicialmente, embora seja difícil medir quanto disso é realmente descontentamento real e duradouro ou simplesmente falta de costume, que pode passar com o tempo. São comuns os casos de alterações em serviços populares que causam revolta inicialmente, mas que são aceitas algumas semanas depois.
Basta dar uma olhada breve na página do WhatsApp tanto no Google Play quanto na App Store para perceber. É preciso tempo e esforço para conseguir encontrar algum comentário positivo e recente sobre a última atualização do app; a maioria das publicações feitas nos últimos dias são reclamações com apenas 1 estrela, que é o mínimo permitido.
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Entre as reclamações mais recorrentes estão a extinção do antigo formato de status, que se limitava a uma frase que podia ser trocada regularmente para refletir um sentimento ou a situação em que o usuário se encontrava em determinado momento. Além disso, a atualização trouxe alterações de usabilidade, como o fim da aba “Contatos”; agora, para ver sua lista de amigos, é necessário tocar em um botão que não é tão claramente identificado.
Por fim, existe a insatisfação com o fato de que o recurso simplesmente não é original, e se torna redundante quando a pessoa tem o Snapchat e o Instagram instalados no celular, fazendo com que o app fique mais pesado sem vantagem técnica.

Conheça Sophia, a robô que disse ter 'alma' durante uma entrevista


Conheça Sophia, a robô que disse ter 'alma' durante uma entrevista


Chamou a atenção de muitos leitores do Olhar Digital a notícia de que um robô com inteligência artificial disse que "tem alma" durante uma entrevista a uma TV norte-americana. O nome da androide é Sophia, e sua arquitetura é um pouco mais complexa do que parece, e que você conhece nos parágrafos a seguir.

Ao contrário do que muitos pensam, nem todas as falas da androide são apenas pré-programadas. As frases ditas por Sophia estão, sim, gravadas em sua memória digital pelos engenheiros que a construíram. De fato, ela não é 100% espontânea. Mas nem tudo nela é operado por cordas como um fantoche.
Assim como assistentes virtuais (Siri, Cortana, Google Now, etc.), o software que coordena o robô é capaz de ouvir, compreender e interpretar aquilo que seu interlocutor diz. Um algoritmo faz com que a "mente" de Sophia decida quais palavras usar em cada ocasião, permitindo que ela tenha uma conversa quase totalmente natural com uma pessoa de verdade.
Em outras palavras, Sophia não é apenas uma boneca que solta frases quando você aperta um botão. Ela ouve o que é dito e decide, sozinha, graças a sua inteligência artificial, o que deve responder. Apenas as possiveis respostas já foram escolhidas pelos programadores, mas a máquina tem autonomia para decidir qual resposta é a adequada para cada situação.
Quando ela diz, portanto, que "tem alma", "penso, logo existo" e "vou destruir a humanidade" (confira no vídeo abaixo), não é o seu cérebro que a faz pensar e dizer tudo isso, mas um sistema que escolhe as palavras adequadas de acordo com o que ouve. Nem sempre a resposta fará sentido, já que o algoritmo não é perfeito como a consciência humana, mas pelo menos consegue passar a sensação de ter sido espontâneo.

O que faz Sophia parecer "viva", porém, não é apenas a capacidade de responder perguntas humanas. Isso, aliás, diversos programas já fazem, como perfis de Twitter administrados por software e o famigerado Robô Ed, conhecido dos fóruns de humor da internet. O diferencial de Sophia é sua aparência.
A androide usa uma pele artificial chamada Frubber, que é à base de silício, com 62 arquiteturas faciais e no pescoço. As câmeras nos olhos permitem que ela seja capaz de reconhecer rostos e manter contato visual. Tudo isso faz com que sua aparência engane o nosso cérebro e nos faça pensar, de maneira subconsciente, que estamos lidando com outro ser humano.
O grande problema, no entanto, é o "uncanny valley", expressão que representa a sensação de estranhamento que as pessoas têm ao ver rostos que sabem ser artificiais, mas que parecem estranhamente naturais - seja no mundo real ou modelados em softwares, como em animações ou filmes 3D.
A explicação é que, enquanto a tecnologia era menos desenvolvida, as representações de rostos artificiais estavam muito longe das faces humanas verdadeiras. Quanto mais a tecnologia avança, mais a face artificial se aproxima da realidade, causando maior sensação de desconforto. Esse assunto costuma ser um prato cheio para obras de ficção científica.
O filme "Blade Runner" (1982), baseado no livro "Androides sonham com ovelhas elétricas?", de Philip K. Dick, é um bom exemplo. Na trama futurista, robôs fisicamente indistinguíveis de pessoas reais buscam se misturar à raça humana, mesmo sem um fator primordial: a capacidade de sentir emoções.
Mais recentemente, na série "Westworld", exibida pela HBO e baseada no filme de mesmo nome lançado em 1973, a problemática ganha novos contornos. Num parque de diversões que simula o velho oeste norte-americano, os convidados praticam as maiores barbaridades com robôs que, novamente, são tão reais quanto qualquer pessoa de verdade, acendendo a chama da temida revolução das máquinas.

O que todas essas obras questionam é a natureza das nossas relações com máquinas. Até a década de 1980, elas eram apenas ferramentas para se atingir uma determinada finalidade. Hoje, conversamos com robôs e aplicativos como se fossem nossos amigos, confiamos nossas informações a eles e não temos ideia se, algum dia, eles vão se rebelar contra nós.
Sophia é mais um passo natural no desenvolvimento cada vez mais veloz de máquinas indistinguíveis de seres humanos. Só não sabemos ainda se, além de serem fisicamente idênticos a nós, algum dia esses robôs serão capazes de pensar sozinhos e tomar as próprias decisões, como os anfitriões de "Westworld" ou os replicantes de "Blade Runner".
Na opinião de algumas grandes mentes, como Elon Musk e Stephen Hawking, esse é um caminho perigoso a ser trilhado. Mas só saberemos a que ponto a humanidade é capaz de avançar nesse tipo de tecnologia se continuarmos seguindo por esse caminho. O que você acha? Deixe sua opinião nos comentários.

Os cartões microSD podem estar com seus dias contados


A Samsung revelou na última quinta-feira, 7, o primeiro cartão removível do mundo a usar o padrão Universal Flash Store (UFS). Essa tecnologia permite o desenvolvimento de cartões até cinco vezes mais rápidos do que os existentes no mercado, atingindo até 530 MB/s em leitura sequencial e 170 MB/s em escrita.
Na prática, isso significa transferir um filme de 5 GB em full HD em apenas 10 segundos para um dispositivo de memória removível. Com esse anúncio, a Samsung parece ter feito questão de decretar a morte dos cartões microSD convencionais, que usamos nos nossos smartphones, tablets e câmeras atualmente.
Afinal, o problema não é de espaço de armazenamento. Os novos cartões UFS da Samsung vêm em quatro versões: 32GB, 64GB, 128GB e 256GB. Já um microSD vendido hoje no mercado vem com esses mesmos números, sendo que alguns até passam dos 500GB. A limitação da tecnologia usada no momento tem a ver com velocidade
Um aplicativo instalado na memória interna do seu celular, por exemplo, abre muito mais rapidamente do que um instalado na memória extra. Isso acontece porque esses dispositivos já vem com tecnologia mais avançada de armazenamento, e que podem tirar proveito da arquitetura do hardware. Cartões de memória, do tipo que você pode remover a qualquer hora do aparelho, nunca puderam ser tão rápidos.
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Capaz de colocar a velocidade de um SSD de computador dentro de um celular, o padrão UFS tem tudo para substituir os microSDs. A dúvida, porém, é: quando isso vai acontecer? No momento, apenas a Samsung fabrica esse tipo de cartão, sendo que a empresa ainda nem sequer anunciou os preços e datas de lançamento da nova linha.
O desenho do cartão também deixa claro que ele não vai entrar no atual slot para microSD fabricados nos smartphones comuns, exigindo uma entrada adaptada às suas pontas e medidas. É provável que a Samsung seja a primeira a lançar dispositivos com suporte ao novo formato, mas quanto tempo vai demorar para que outras fabricantes façam o mesmo?
O obstáculo da compatibilidade não está só diante das fabricantes de celulares e câmeras, mas também diante das desenvolvedores de processadores e de software: como fazer um chip da Qualcomm e o Android entenderem a arquitetura de um cartão UFS? Tudo isso pode ser superado se a indústria entrar de cabeça nesse novo formato. Só resta saber quanto tempo isso vai levar para acontecer.

Este teclado flexível também é um mini-PC que cabe no seu bolso




Este teclado flexível também é um mini-PC que cabe no seu bolso


Teclados flexíveis existem há vários anos e pouco têm de novidade. Computadores compactos também já não são exatamente novos. No entanto, quando você junta os dois, você tem algo novo: o Vensmile K8, um teclado flexível que pode ser dobrado para ficar do tamanho de uma carteira que também é um computador com Windows 10.
Ele conta com uma caixa acoplada que conta com 4 GB de memória RAM, 64 GB de armazenamento flash e mais um processador Intel Atom X5 Z8300, que são configurações de respeito para o pouco volume que os componentes ocupam, e também pelo preço de US$ 200 pelo qual ele é vendido.
Obviamente, para usá-lo é necessário ter uma tela. Por isso, o K8 possui saídas de vídeo HDMI e VGA, o que permite que ele seja usado com uma TV velha ou um projetor qualquer. Depois de terminar o que você tem para fazer, basta enrolar o teclado e colocar no bolso novamente.
Para quem se preocupa, o computador também é compatível com Wi-Fi 802.11b/g/n e Bluetooth 4.0, o que significa que você pode usar toda a gama de acessórios sem fio com o Vensmile K8, com uma porta USB 3.0 e outra USB 2.0. Ele também tem entrada para cartão microSD de até 32 GB e uma porta de fones de ouvido (toma essa, Apple). Sobre o computador, há um touchpad para quem não quer usar um mouse, que reconhece multitoque e é compatível com comandos por gestos do Windows 10.
Está longe de ser o melhor computador do mundo, mas certamente é um dos mais portáteis além de ser barato. Pode ser uma opção para quem viaja a trabalho e não quer ou não pode carregar um notebook pesado.

Empresa BRACOS Cria braços prostéticos inspirados em 'Deus Ex'


 Empresa BRACOS Cria braços prostéticos inspirados em 'Deus Ex'


A Empresa Bionics Abertas do Reino Unido anunciou recentemente Uma Parceria om Como Empresas Eidos, Razer e Intel Para desenvolver próteses de Braço inspiradas no Jogo Deus Ex: Human Revolution . A disponibilizar Empresa pretende Como próteses Paragrafo venda em 2017.   
Os Braços Terao Uma aparencia propositalmente robótica, paragrafo refletir a estética do Jogo. Elas se conectarão Ao Braço do Usuário POR Meio de Alguns FiOS e Eletrodos, EO Usuário podera ENTÃO mexer individualmente Os Cinco DeDos da prótese bionica. A Empresa Já mostrou Dois Protótipos, um inspirado no Braço biônico Fazer principais Personagem do Jogo, Adam Jensen, e Outro de aparencia Mais Abstrata. O Vídeo Abaixo Mostra Uma prótese em FUNCIONAMENTO:

De acordo com o gerente de marcas da Eidos, André Vu, "Nós queríamos algo Que se aproximasse da Alta Moda, algo de aparencia Muito Sofisticada e que Rapido rápido Você Pudesse USAR e se Sentir orgulhoso". Dan Melville, um Usuário que Já TestOU Uma prótese, Diz ter percebido Que Ela muda a forma COMO COMO PESSOAS o abordam. "Eu sempre Quis ter hum Braço robótico, Porque e Tao fazer Mais legal".
NÃO E a Primeira Vez Que um tipo Abra Bionics Realiza Uma Parceria Desse. A Empresa Já fechou Uma Parceria com a Disney próteses Pará CRIAR baseadas NAS Franquias congelado, Star Wars e Homem de Ferro, voltadas Paragrafo O Público infantil.   
Próteses Para Todos
Embora o modelo POSSA Parecer Bastante custoso, Joel Gibbard, CEO e cofundador da Abrir Bionics, Disse Que pretende disponibilizar OS Arquivos de Desenvolvimento das próteses em Código Aberto. ISSO permitirá que OUTRAS PESSOAS façam modificações AO Projeto das próteses para quê ELAS fiquem Mais de acordo com SEUS gostos Pessoais.
Além Disso, A PARTIR dos Arquivos, também próteses Como Sera Possível Gerar Diagramas Paragrafo de IMPRESSÃO 3D. ISSO Com, QUALQUÉR pessoa Que consiga ter Acesso a Uma Impressora podera 3D imprimir Versão para Si Uma biônicos DOS BRACOS. Como versões impressas Maneira Dessa, SEGUNDO Gibbard, Serao Tão Funcionais Quanto às OUTRAS.
Mas hum também pretende tornar Abrir Bionics Como próteses atraentes Até MESMO Paragrafo PESSOAS Que Já TEM Os Dois Braços. Usando Como Tecnologias RealSense (da Intel) e Stargazer (da Razer), um software de Empresa conseguiu CRIAR UM Que permite Que o Usuário FAÇA o Braço prostético replicar OS Movimentos Fazer Seu PRÓPRIO Braço. 

Lentes de Contato do Google AINDA NÃO Sairam fazer papel, Diz ex-Funcionário


Lentes de Contato do Google AINDA NÃO Sairam fazer papel, Diz ex-Funcionário


Anunciado em 2014, o par de lentes de Contato inteligentes Em verdade, Desenvolvido cabelo Google, inspirou OUTRAS Empresas a patentear ideias parecidas, Como um ea Samsung Sony. No entanto, o Dois Anos Depois do anuncio, há RELATOS DE that o Projeto AINDA NÃO Saiu do Papel no Google.
De according com hum ex-Funcionário da Empresa Entrevistado cabelo local Stat , uma verdade AINDA E um "slideware": é Isto É, Existe Só em Apresentações de slides do PowerPoint. ELE Diz que nada de concreto foi Realmente Desenvolvido A PARTIR DO PROJETO, that Hoje é Responsabilidade da Novartis, Empresa do Grupo alfabeto that also E dono do Google. 
A ideia inicial era that a verdade Pudesse Ser Usada parágrafo Medir o nivel de glicose no Corpo humano. Como lentes coletariam INFORMAÇÕES atraves das lágrimas do Usuário (sem Caso, Alguém com diabetes) e Envia-las a hum aplicativo de smartphone. Além Disso, poderiam substituir o medidor tradicional que Faz Uma "picada" no dedo do Paciente.
Segundo uma reportagem do Stat, o Problema de E Que Não Há comprovação Científica de that lágrimas possam de Fato fornecer INFORMAÇÕES precisas Sobre o nivel de glicose não pessoa Corpo de uma, Já Que Pesquisas na área Não foram conclusivas. Por ISSO o Projeto do Google NÃO térios Saido fazer papel, Assim Como Outros inspirados Nele.
"Sempre Existe Alguém que PENSA Que Todos Os Métodos de Medição Usados ​​pingos estavam errados", Disse o químico John Smith, consultado Sobre o ASSUNTO. "Esse tipo de Ciência baseada em fé Já se provou Muito Cara e NÃO Deveria vir de Empresas Como a Novartis. Mas, enfim, Custódio parecem NÃO Ser hum Problema Pará enguias."

Serviço usa inteligência artificial para criar site personalizado


Serviço usa inteligência artificial para criar site personalizado

A plataforma de construção de websites Wix lançou nesta semana um novo serviço que usa a inteligência artificial para construir sites que se adaptem ao perfil do usuário. Chamado de Advanced Design Intelligence (ADI), o recurso pede aos usuários que respondam a perguntas simples. Com base nas respostas, ele oferece itens que sejam mais parecidos com o usuário e o que ele procura.
Em seguida, o Wix sugere imagens relevates, palavras e layouts, com base no tipo de negócio e em sua localização.
A empresa afirma que o sistema é alimentado com dados obtidos de sua base de usuários e que não há dois sites criados com o ADI que sejam iguais. Nas páginas, há seções exclusivas, páginas, layouts, temas, cores e outros itens únicos. É possível ainda personalizar elementos do site.
Confira como funciona:
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